Sonhos de uma noite...

Meu blog é da Paz!

30/05/2008


MUDANÇAS

 

 

 

Toda mudança é dolorosa. Observamos essa dor no nascimento. Qual a primeira reação do bebê ao nascer? Chorar! A saída do útero materno para o mundo exterior é terrível para ele. É um choque.

 

As mudanças em nossa vida também. Doem, machucam, ferem, mas muitas vezes é para melhor.

 

 

Íldica

Escrito por Chuvinha às 07h46
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29/05/2008


Um pouco de piedade por tanta leviandade!
:: Rosana Braga ::


Segundo o Aurélio, leviano é um adjetivo e significa: “que julga ou procede irrefletidamente; precipitado, inconsiderado, imprudente. Sem seriedade, inconstante”.



Eu começaria lançando um questionamento íntimo e pessoal: quem, em toda a sua vida, nunca agiu de modo irrefletido, nunca foi precipitado ou imprudente? Quem, de modo algum, jamais, agiu sem seriedade ou foi inconstante?!?



Creio que, alguns mais, outros menos, todos nós já fomos levianos alguma vez na vida! Portanto, deveria se tratar apenas de mais um adjetivo que caracteriza nossa condição de imperfeitos! No entanto, o que me parece é que a leviandade passou a ser a base de muitas atitudes e recorrentes escolhas, especialmente aquelas que ganham destaque na mídia, seja de que modo for – para o bem ou para o mal.



Assim, já não amamos ou odiamos pelo que realmente somos ou baseados naquilo em que realmente acreditamos. Já nem sabemos mais quais são os valores que nos guiam, as verdades que nos conduzem. Perdemos o bom senso, a noção de limite e a capacidade de crítica.



Do mesmo modo que elegemos um “zé ninguém” como celebridade, passamos a admirar e respeitar uma “maria vai com as outras” como ditadora de um estilo ou de uma teoria qualquer, também dizemos que amamos para todo sempre um “fulano” que nem sabemos quem é... que acabamos de conhecer ou sequer tivemos essa oportunidade. Amamos virtualmente e tudo bem!



E neste ritmo, vamos apostando em sentimentos levianos, que não existem, que não têm raízes. Gente! Sentimentos precisam ser cultivados, nutridos e considerados como algo muito importante – porque são muito importantes! E o que é importante carece de dedicação, delicadeza, intensidade, tempo... Carece de troca, partilha, disponibilidade, experiências em comum... É o exercício do sentir que torna real o sentimento.



Mas porque temos abandonado nossas referências sobre o que seja sentir de verdade, terminamos acreditando que temos muito mais direitos e muito menos deveres do que deveríamos nessas relações levianas e vazias que insistimos em sustentar.



E toda vez que nos esvaziamos do que poderia ser criativo, produtivo e transformador, chegamos mais perto das tragédias e da insanidade, das ações impulsivas e das escolhas desesperadas... Caímos em nossas próprias armadilhas e nem percebemos.



Sabe qual é a reação das pessoas que nos assistem? A mesma que a nossa diante da queda do outro: nos achamos os donos verdade! Acusamos, apontamos o dedo, julgamos, condenamos, massacramos, comportamo-nos tão monstruosa e indignamente quanto os mais terríveis levianos. E nos chamamos de justiceiros...



Quanta falta de humanidade de todas as partes: de quem comete a insanidade e de quem aponta o dedo como se fosse perfeito. Quanta falta de referência: nem Jesus, nem Buda, nem Madre Tereza, nem o Dalai Lama, nem nenhum outro grande Mestre jamais defendeu o atirador da primeira pedra. Pelo contrário, todos eles pregaram a compaixão, o perdão e a lembrança de que somos todos iguais, sem o direito de julgar o outro.



E o que temos feito?!? Leviandades... nada mais que leviandades... maiores, menores, estrondosas, imperceptíveis... não importa o tamanho... temos cometido inúmeras leviandades e continuamos nos considerando os melhores, os mais corretos, os mais repletos de razões.



Neste momento e de hoje em diante, quero apenas olhar para o meu próprio dedo e – mais do que justiça – pedir piedade, porque é disso que todos nós estamos precisando!

 

 

Fonte: www.somostodosum.ig.com.br

Escrito por Chuvinha às 08h20
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28/05/2008


SÍNDROME DO CORAÇÃO PARTIDO


Por Isabelle Lindote
redatora@bemleve.com.br


A imagem de um coração partido é normalmente ligada às dores de amor, decepções ou perda de quem se ama. Quando se entra em um relacionamento amoroso, corre-se o risco de sair com o coração partido, uma metéfora que ilustra com perfeição o sentimento de quem ainda ama e não é mais amado.


A sensibilidade feminina nos assuntos do coração não está só na subjetividade das histórias amorosas: uma doença cardíaca vem atacando mulheres acima dos 65 anos, com histórico de forte
estresse físico ou emocional ou que tenha se submetido a algum tipo de cirurgia - a Síndrome do Coração Partido. Os índices revelam que 80% dos casos confirmados são entre mulheres.


Mais sobre a doença


Segundo o Dr. Augusto Bozza, diretor médico do Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro, os primeiros relatos da síndrome do coração partido surgiram no Japão no início dos anos 90. 'Em 2001, o primeiro estudo com 88 pacientes foi divulgado na Revista do Colégio Americano de Cardiologia e, após essa primeira publicação, novos casos foram relatados em países do Ocidente', afirma o especialista. 'Aqui no Brasil, vários casos já foram diagnosticados no Instituto Nacional de Cardiologia, referência do Ministério da Saúde no
tratamento de doenças cardíacas'.


Os sintomas se assemelham a um infarto agudo do miocárdio com
dor no peito menos intensa, alterações no eletrocardiograma e nas enzimas cardíacas. O ecocardiograma e a cinecoronariografia selam o diagnóstico, já que as artérias coronárias apresentam-se sempre normais, sem obstruções. A causa que leva a este quadro ainda não está bem esclarecida, mas várias teorias apontam para a liberação de hormônios adrenalina e nor-adrenalina nos casos de estresse, que atuariam sobre a inervação da ponta do coração, impedindo sua contração. Apesar de ainda existirem várias controvérsias a respeito das causas, há um consenso que, após a fase aguda, a recuperação do coração é espontânea e total, não deixando seqüelas, e não se tem notícia de repetição do quadro.


Ainda não se sabe porque a síndrome ocorre, na maioria das vezes, em mulheres acima dos 60 anos. O coração feminino é realmente mais delicado que o do homem e se 'quebra' com mais facilidade em caso de fortes emoções? E as mulheres jovens, seus corações não são tão sensíveis como o de suas mães e avós? Só o avanço das pesquisas pode esclarecer de vez todas essas dúvidas, mas ao que tudo indica, a fragilidade feminina pode estar apresentando sintomas na terceira idade, indicando que não é possível ser forte sempre.
 

Escrito por Chuvinha às 08h24
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27/05/2008


ESCOLHAS

 

 

Escrito por Chuvinha às 07h44
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26/05/2008


O caos

 

 

Um médico, um administrador e um especialista em computadores discutiam sobre qual seria a mais antiga das profissões.

 

O médico: está na Bíblia: Deus criou Eva a partir de uma costela de Adão. Houve, então, um procedimento cirúrgico o que prova que a minha profissão é a mais antiga.

 

O administrador: lá no Gênesis está escrito que Deus criou o céu e a terra a partir do caos. Não há dúvidas de que isso requer um bom conhecimento de administração.

 

O especialista em computadores: e quem vocês acham que criou o caos?

 

 

Fonte:www.quatrocantos.com

Escrito por Chuvinha às 05h48
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