Sonhos de uma noite...

Meu blog é da Paz!

30/01/2010


 A Segurança do comum

 

 

 

Estava dentro de um ônibus sentada quietinha quando ouvi: “Belo esmalte e belas unhas.” Fiquei surpresa com meu desconhecido companheiro de viagem-um homem de pouco mais de 30 anos, bem arrumado. Eu logo disse: muita gente não gosta (meu esmalte era amarelo). E ele: É um diferencial. Um diferencial muito bonito. E ainda conversamos um pouco sobre o comum, trabalho e horários. Depois fiquei pensando no quanto é seguro para algumas pessoas o comum: esmaltes vermelhos significam paixão, sexo... Esmaltes claros significam doçura, sofisticação. Mas o que significa essas cores fora dos padrões? Vontade de aparecer? (e to falando de mim mesma... rs). De ser diferente? Ou de arriscar a perder a segurança do comum? E na vasta divagação pensei em religiões. Quando alguém pergunta a outra pessoa qual é a sua religião imediatamente, praticante ou não, responde-se: católica. Eu costumo responder que não tenho religião – e enfrento o choque de fugir dos padrões... hehehe. Vivemos em sociedade e inseridos nela devemos ter um comportamento padrão para a boa convivência, mas eu me arrisco a perder a segurança das respostas comuns e a explicar meus vários gostos diferentes, inclusive minha preferência para homens. Enquanto uma maioria feminina levanta a bandeira do cafajeste – acho também de fato que poucas mulheres sabem o que significa a palavra – eu gosto dos “mauricinhos”, os politicamente corretos embora não seja” politicamente correta” kkkkkkk.

Imagem: files.lenysalao.webnode.com/200000065-1219b14...

Escrito por Chuvinha às 07h57
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25/01/2010


Nós mulheres

 

 

 

Sempre ouvi que nossa classe- a feminina é desunida – e sempre me recusei a acreditar nisso. Nunca discuti com amigas por causa de homens, nunca me coloquei em posição difícil por causa deles, enfim venho tentando cumprir meu papel de mulher solidária com as outras. Mas confesso que ao longo dos anos tenho visto demonstrações de que a classe se desune em função do homem. Acho um absurdo qualquer mulher pensar que o seu objeto de desejo deu uma “escapadinha” por única e exclusiva vontade de outra mulher. A mim parece uma forma de simplificar e não discutir com o objeto de desejo. E mais a dita cuja não arruma coisa melhor ou ele é o único da lista. Aqui a fila é extensa e varia inclusive de idade de maneira  que não dá pra ficar “brigando” por causa de um homem. Eu costumo dizer que reajo sempre de forma inesperada tipo pegar um homem com outra mulher, sentar e ainda beber juntos sem me dar por achada. Quem me conhece há muito tempo conhece esta história e sabe como me saio bem sem perder o rebolado afinal... propostas não faltam...kkkkkkkkkkkkk. Estes últimos dias foram reveladores pra mim. Não sou ingênua e nem espero “promessas” – nossa isso foi hilário de ler! rs- entretanto dizem que o bom julgador julga os outros por si e aí me dou mal mesmo porque costumo acreditar nas pessoas (Papy até me diz que me desiludo com o ser humano). De qualquer forma a tolice alheia termina me inspirando... hehehe.

Escrito por Chuvinha às 19h10
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