Sonhos de uma noite...

Meu blog é da Paz!

04/09/2008


Homem?

 

Não. Não se trata de homem. É falta de tempo mesmo. A saudade de vocês é muita. A saudade do Betho é tamanha, mas ele está tão sem tempo como eu ( raramente responde meus e-mails...hihihihi). Quero voltar sim. E pretendo. Por enquanto deixo uma fotinho para matarem saudade....kkkkkk

 

 

 

Escrito por Chuvinha às 10h00
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17/06/2008


FECHADO PARA REFORMA...rs

 

ASSIM QUE BAIXAR AS FOTOS DE PARATY COLOCAREI AQUI.

 

Beijos!

Escrito por Chuvinha às 07h29
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13/06/2008


"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você, Só quando você bebe demais."

 

 

 (Autor desconhecido)

 

 

PS: Estou indo a Parati. Só retorno domingo a noite. Bom fim de semana para vocês!

Escrito por Chuvinha às 16h04
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12/06/2008


FALTANDO UM PEDAÇO

 

                                                   Djavan

 

 

 

o amor é um grande laço
um passo pr'uma armadilha
um lobo correndo em círculo
pra alimentar a matilha
comparo sua chegada
como a fuga de uma ilha
tanto engorda quanto mata
feito desgosto de filha, de filha



o amor é como um raio
galopando em desafio
abre fendas, cobre vales
revolta as águas dos rios
quem tentar seguir seu rastro
se perderá no caminho
na pureza de um limão
ou na solidão do espinho



o amor e a agonia
cerraram fogo no espaço
brigando horas a fio
o cio vence o cansaço
e o coração de quem ama
fica faltando um pedaço
que nem a lua minguando
que nem o meu nos seus braços. . .

 

 

 

 

 

Imagem:  http://tkfiles.storage.msn.com

Escrito por Chuvinha às 05h36
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11/06/2008


Namoro à distância



Assunto delicado... Aliás, namoro em geral é um assunto bastante delicado, já que cada um de nós tem uma maneira pessoal de lidar com as emoções.



Conheço alguns relacionamentos que se sustentam bastante bem à distância, é bem verdade que surgindo qualquer oportunidade os parceiros se apressam para o encontro, as relações sempre se estreitam com a presença física do parceiro(a)...



Hoje com o advento da internet e das webcams temos uma relativa proximidade uns dos outros e de uma certa forma retornamos aos tempos do cortejo, do
namoro, do amor quase romântico onde os parceiros conversam e se conhecem e dividem suas experiências, porque o contato à distância é menos feito de ações, mas como podemos nos ver e imediatamente reagir e interagir isso gera proximidade.



Antigamente muitos namoros eram feitos através de cartas que levavam semanas para chegar a seu destino e assim mesmo os “amantes” terminavam por casar, enfim o ser humano tem uma capacidade única de gerenciar suas emoções de uma maneira bastante diversificada.



De uma certa forma, o namoro à distância pode trazer os parceiros para um
relacionamento muito mais íntimo, não fisicamente, é claro, mas na forma de companheirismo.



Às vezes moramos numa mesma cidade e às vezes até no mesmo bairro e essa certeza da proximidade unida às nossas próprias urgências diárias faz com que adiemos uma conversa talvez inadiável ou uma confidência tão necessária...Por outro lado, a distância pode causar ansiedade e insegurança, porque ir a um cineminha juntos, de mãos dadas, e passar o resto da noite falando de amor abraçados não é de se desprezar...



Enfim, temos cada dia mais possibilidades de nos comunicarmos uns com os outros, mas aparentemente é a capacidade que vai nos fugindo e embora achemos que não, muitas vezes optamos pela solidão com medo de nos machucarmos e fugimos de experiências fundamentais para nosso amadurecimento e crescimento pessoal.



O fundamental me parece, é ter claro que coisas me fazem bem e que coisas me fazem mal, escutar um pouco da minha intuição. Quanto à distância, vai depender muito daquilo que se espera de um relacionamento.

 



Ina Gracindo

Escrito por Chuvinha às 06h44
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10/06/2008


ENCERRANDO CICLOS

 

Escrito por Chuvinha às 07h05
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09/06/2008


Advogados

 

Cliente: Posso lhe fazer duas perguntas, doutor?

 

Advogado: Qual é a segunda?

 

 

Fonte:www.quatrocantos.com

 

 

PS: Estarei o dia inteiro na UERJ, mas desejo a todos vocês uma boa semana!

 

Íldica

Escrito por Chuvinha às 05h48
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05/06/2008


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

 

Atendendo a um chamado do Profº Sérgio Ricardo a quem respeito e admiro estou hoje participando com orgulho desta blogagem coletiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Chuvinha às 00h02
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04/06/2008


CHECK-UP AGORA!


Por Isabelle Lindote


Uma pesquisa inédita do Hospital do Coração (SP) revela que aumentou o número de mulheres que procuram check-up clínico. Segundo o HCor, nos últimos seis anos, exames preventivos para as doenças cardiovasculares triplicaram. Esses dados espantam, já que até pouco tempo atrás, os homens eram o principal alvo dos tratamentos para evitar problemas cardíacos.


Estresse,
fumo, sedentarismo, alimentação incorreta e gestação tardia, conseqüências da entrada da mulher no mercado de trabalho, fazem com que mais mulheres sofram de distúrbios no coração. Esse quadro também aumenta o risco de enfartos. O risco de doença arterial coronária (DAC) torna-se mais acentuado em idade mais avançada nas mulheres do que nos homens.


De acordo com o estudo, a equipe de cardiologia do HCor constatou que enquanto em 2001 a média mensal de mulheres em busca do Clinic Check-up era em torno de 20, ou seja, 10% do total de exames realizados, em 2003 essa média saltou para 30 e foi aumentando ano a ano até atingir, em 2007, o número de 60 mulheres/mês, que corresponde a 30% do universo de atendimento geral de homens e mulheres que é 200 por mês.


É preciso identificar e controlar os fatores de risco. 'Eles são os mesmos para ambos os sexos, porém a hipertensão arterial e o
diabetes prejudicam mais as mulheres,” explica dr. César Jardim, cardiologista do HCor e responsável pelo estudo. O tabagismo, outro fator de risco importante, aumenta em média três vezes o risco de doença arterial coronariana - com 30% de risco de óbitos.


“A prevalência de diabetes no Brasil e no mundo é de aproximadamente 7,6% e tem igual incidência em homens e mulheres. Porém o risco de DAC em homens diabéticos é 2 a 3 vezes maior do que em não-diabéticos, enquanto é 3 a 7 vezes maior em mulheres diabéticas do que em não-diabéticas. Dentre estes fatores, a ausência da prática de atividades físicas também é preocupante, e dobra o risco de DAC, risco este comparado à hipertensão, dislipidemia e tabagismo', finaliza dr. César.


Aos 20 anos:

Excesso de peso, fumo, consumo constante de álcool e fatores genéticos, combinados ou não, são fatores de risco para o organismo já a partir dessa faixa etária. Fazer um exame físico anualmente previne problemas. O hemograma anual deve ser acompanhado de colheta de fezes e urina. É claro que não podemos esquecer o ginecologista: ir a cada 6 meses faz parte do check-up preventivo.


Aos 30 anos:

Nessa faixa etária, o organismo reflete os excessos alimentares,
estresse cotidiano, os problemas do sedentarismo e os maus hábitos, como fumo e consumo de álcool. Esse contexto deixa o sistema cardiovascular mais vulnerável e o corpo propenso a diabetes. Além dos exames dos 20 anos, acrescente eletrocardiograma e os testes de glicemia e hormônios tireóidianos.


Aos 40 anos:

O organismo torna-se mais frágil e os cuidados precisam ser redobrados. Acrescente, além dos exames da faixa dos 30 anos, a mamografia e a desintometria óssea, importantes na prevenção ao câncer
de mama e à osteporose, mais comuns após a
menopausa.

Escrito por Chuvinha às 08h02
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03/06/2008


NÃO ESPERE

 

Escrito por Chuvinha às 08h17
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02/06/2008


Identificação

 

- Você é um porco! - diz a mulher.

 

- Você é uma vaca! - diz o homem.

 

- Muito bem - diz o delegado. - Agora que já estão devidamente identificados vamos iniciar os depoimentos.

 

 

Fonte:www.quatrocantos.com

Escrito por Chuvinha às 08h14
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30/05/2008


MUDANÇAS

 

 

 

Toda mudança é dolorosa. Observamos essa dor no nascimento. Qual a primeira reação do bebê ao nascer? Chorar! A saída do útero materno para o mundo exterior é terrível para ele. É um choque.

 

As mudanças em nossa vida também. Doem, machucam, ferem, mas muitas vezes é para melhor.

 

 

Íldica

Escrito por Chuvinha às 07h46
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29/05/2008


Um pouco de piedade por tanta leviandade!
:: Rosana Braga ::


Segundo o Aurélio, leviano é um adjetivo e significa: “que julga ou procede irrefletidamente; precipitado, inconsiderado, imprudente. Sem seriedade, inconstante”.



Eu começaria lançando um questionamento íntimo e pessoal: quem, em toda a sua vida, nunca agiu de modo irrefletido, nunca foi precipitado ou imprudente? Quem, de modo algum, jamais, agiu sem seriedade ou foi inconstante?!?



Creio que, alguns mais, outros menos, todos nós já fomos levianos alguma vez na vida! Portanto, deveria se tratar apenas de mais um adjetivo que caracteriza nossa condição de imperfeitos! No entanto, o que me parece é que a leviandade passou a ser a base de muitas atitudes e recorrentes escolhas, especialmente aquelas que ganham destaque na mídia, seja de que modo for – para o bem ou para o mal.



Assim, já não amamos ou odiamos pelo que realmente somos ou baseados naquilo em que realmente acreditamos. Já nem sabemos mais quais são os valores que nos guiam, as verdades que nos conduzem. Perdemos o bom senso, a noção de limite e a capacidade de crítica.



Do mesmo modo que elegemos um “zé ninguém” como celebridade, passamos a admirar e respeitar uma “maria vai com as outras” como ditadora de um estilo ou de uma teoria qualquer, também dizemos que amamos para todo sempre um “fulano” que nem sabemos quem é... que acabamos de conhecer ou sequer tivemos essa oportunidade. Amamos virtualmente e tudo bem!



E neste ritmo, vamos apostando em sentimentos levianos, que não existem, que não têm raízes. Gente! Sentimentos precisam ser cultivados, nutridos e considerados como algo muito importante – porque são muito importantes! E o que é importante carece de dedicação, delicadeza, intensidade, tempo... Carece de troca, partilha, disponibilidade, experiências em comum... É o exercício do sentir que torna real o sentimento.



Mas porque temos abandonado nossas referências sobre o que seja sentir de verdade, terminamos acreditando que temos muito mais direitos e muito menos deveres do que deveríamos nessas relações levianas e vazias que insistimos em sustentar.



E toda vez que nos esvaziamos do que poderia ser criativo, produtivo e transformador, chegamos mais perto das tragédias e da insanidade, das ações impulsivas e das escolhas desesperadas... Caímos em nossas próprias armadilhas e nem percebemos.



Sabe qual é a reação das pessoas que nos assistem? A mesma que a nossa diante da queda do outro: nos achamos os donos verdade! Acusamos, apontamos o dedo, julgamos, condenamos, massacramos, comportamo-nos tão monstruosa e indignamente quanto os mais terríveis levianos. E nos chamamos de justiceiros...



Quanta falta de humanidade de todas as partes: de quem comete a insanidade e de quem aponta o dedo como se fosse perfeito. Quanta falta de referência: nem Jesus, nem Buda, nem Madre Tereza, nem o Dalai Lama, nem nenhum outro grande Mestre jamais defendeu o atirador da primeira pedra. Pelo contrário, todos eles pregaram a compaixão, o perdão e a lembrança de que somos todos iguais, sem o direito de julgar o outro.



E o que temos feito?!? Leviandades... nada mais que leviandades... maiores, menores, estrondosas, imperceptíveis... não importa o tamanho... temos cometido inúmeras leviandades e continuamos nos considerando os melhores, os mais corretos, os mais repletos de razões.



Neste momento e de hoje em diante, quero apenas olhar para o meu próprio dedo e – mais do que justiça – pedir piedade, porque é disso que todos nós estamos precisando!

 

 

Fonte: www.somostodosum.ig.com.br

Escrito por Chuvinha às 08h20
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28/05/2008


SÍNDROME DO CORAÇÃO PARTIDO


Por Isabelle Lindote
redatora@bemleve.com.br


A imagem de um coração partido é normalmente ligada às dores de amor, decepções ou perda de quem se ama. Quando se entra em um relacionamento amoroso, corre-se o risco de sair com o coração partido, uma metéfora que ilustra com perfeição o sentimento de quem ainda ama e não é mais amado.


A sensibilidade feminina nos assuntos do coração não está só na subjetividade das histórias amorosas: uma doença cardíaca vem atacando mulheres acima dos 65 anos, com histórico de forte
estresse físico ou emocional ou que tenha se submetido a algum tipo de cirurgia - a Síndrome do Coração Partido. Os índices revelam que 80% dos casos confirmados são entre mulheres.


Mais sobre a doença


Segundo o Dr. Augusto Bozza, diretor médico do Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro, os primeiros relatos da síndrome do coração partido surgiram no Japão no início dos anos 90. 'Em 2001, o primeiro estudo com 88 pacientes foi divulgado na Revista do Colégio Americano de Cardiologia e, após essa primeira publicação, novos casos foram relatados em países do Ocidente', afirma o especialista. 'Aqui no Brasil, vários casos já foram diagnosticados no Instituto Nacional de Cardiologia, referência do Ministério da Saúde no
tratamento de doenças cardíacas'.


Os sintomas se assemelham a um infarto agudo do miocárdio com
dor no peito menos intensa, alterações no eletrocardiograma e nas enzimas cardíacas. O ecocardiograma e a cinecoronariografia selam o diagnóstico, já que as artérias coronárias apresentam-se sempre normais, sem obstruções. A causa que leva a este quadro ainda não está bem esclarecida, mas várias teorias apontam para a liberação de hormônios adrenalina e nor-adrenalina nos casos de estresse, que atuariam sobre a inervação da ponta do coração, impedindo sua contração. Apesar de ainda existirem várias controvérsias a respeito das causas, há um consenso que, após a fase aguda, a recuperação do coração é espontânea e total, não deixando seqüelas, e não se tem notícia de repetição do quadro.


Ainda não se sabe porque a síndrome ocorre, na maioria das vezes, em mulheres acima dos 60 anos. O coração feminino é realmente mais delicado que o do homem e se 'quebra' com mais facilidade em caso de fortes emoções? E as mulheres jovens, seus corações não são tão sensíveis como o de suas mães e avós? Só o avanço das pesquisas pode esclarecer de vez todas essas dúvidas, mas ao que tudo indica, a fragilidade feminina pode estar apresentando sintomas na terceira idade, indicando que não é possível ser forte sempre.
 

Escrito por Chuvinha às 08h24
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27/05/2008


ESCOLHAS

 

 

Escrito por Chuvinha às 07h44
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Jus Indignatus, por Ricardo Rayol
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